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Spitz Alemão e problemas respiratórios: por que a raça exige atenção

O Spitz Alemão (Lulu da Pomerânia) é a raça nº 1 em colapso traqueal na rotina clínica. Entenda por que a anatomia da raça pede avaliação respiratória desde cedo.

Dr. Ivan Gregorio4 min de leitura
Spitz Alemão e problemas respiratórios: por que a raça exige atenção

O Spitz Alemão é uma das raças que mais sofrem com problemas respiratórios — e muita gente não sabe. Na rotina clínica, ele é a raça número 1 em colapso traqueal e uma das principais em colapso de brônquios. Avaliar a respiração do Spitz desde cedo evita que ele conviva com sintomas a vida inteira.

Por que o Spitz Alemão tem tantos problemas respiratórios?

Por causa da anatomia. Além da predisposição da raça, cada vez mais Spitz nascem com o crânio mais achatado (braquicefálico), o que soma alterações respiratórias craniais. Na nossa rotina, o Spitz é:

  • Nº 1 em [colapso traqueal](/especialidades/colapso-traqueal/).
  • Nº 2 em [colapso de brônquios](/especialidades/colapso-de-bronquios/) e broncomalácia.
  • Cada vez mais com alterações braquicefálicas, por conta do crânio achatado.

Quais os sinais de alerta no Spitz?

  • Tosse seca, parecida com o som de um ganso.
  • Cansaço e intolerância ao exercício e ao calor.
  • Respiração ruidosa e engasgos.
  • Crises após puxar a coleira ou se agitar.

Por que avaliar cedo?

Porque as alterações respiratórias podem ser identificadas e tratadas desde o início da vida, para que o animal não sofra com os sintomas a longo prazo. Tratar antes do sofrimento é sempre a melhor opção. Se o seu Spitz ainda não teve a respiração avaliada, vale procurar um especialista.

Saiba mais sobre Colapso Traqueal.

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