Síndrome Braquicefálica Obstrutiva
Conjunto de alterações anatômicas em raças de crânio achatado que estreitam as vias aéreas. Não é ronco normal: é progressiva, tem estágios e tem tratamento — em cães e em gatos.
Ver a página completaCada condição explicada do jeito que o tutor pergunta: o que é, como identificar, como diagnosticamos e como tratamos. Procura o que a equipe faz? Veja os serviços.
Conjunto de alterações anatômicas em raças de crânio achatado que estreitam as vias aéreas. Não é ronco normal: é progressiva, tem estágios e tem tratamento — em cães e em gatos.
Ver a página completaConjunto de alterações anatômicas em raças de crânio achatado que estreitam as vias aéreas. É progressiva, tem estágios e tem tratamento.
A traqueia perde rigidez e colapsa durante a respiração, causando tosse seca característica.
Enfraquecimento das vias aéreas menores, que compromete a função respiratória de forma progressiva.
Narinas estreitas que limitam a entrada de ar — muito comum em raças braquicefálicas.
Correção das narinas para ampliar a passagem de ar e devolver conforto respiratório.
Estágio grave da obstrução, com perda de sustentação das cartilagens da laringe.
Crescimento anormal do tecido nasal que bloqueia as vias aéreas superiores.
Episódios bruscos de inspiração forçada — quando é irritação e quando é alerta.
Palato longo demais que cai sobre a entrada da laringe e obstrui o ar. Peça central da síndrome braquicefálica, corrigida por estafilectomia.
Traqueia que nasce estreita demais, típica de Bulldog Inglês e Francês. Não se opera — mas o manejo certo faz muita diferença na respiração.
As cartilagens da laringe param de abrir na inspiração. Comum em cães idosos de porte grande; a cirurgia devolve a passagem de ar.
Tosse que não passa há mais de dois meses, por inflamação persistente dos brônquios. Não tem cura, mas tem controle — e o cão volta a viver bem.
Infecção ou inflamação nos pulmões — bacteriana, por aspiração ou por corpo estranho. É séria, mas diagnosticada cedo responde bem ao tratamento.
Espirros e secreção nasal que não passam têm causa — inflamatória, fúngica, corpo estranho, massa ou dente. A rinoscopia descobre qual.
Gato que respira de boca aberta é sempre urgência. Nas demais situações, o diagnóstico por endoscopia diferencia asma, pólipo, estenose e rinite — que se tratam de formas muito diferentes.
Inflamação crônica dos brônquios que causa tosse, chiado e crises de falta de ar. Muitos tutores confundem com bola de pelo. Tem controle.
Massa benigna que nasce no ouvido médio e cresce para a garganta ou o canal do ouvido, causando ronco e secreção. A cirurgia resolve.
Cicatriz que estreita a passagem entre o nariz e a garganta, geralmente após uma infecção. Causa ronco e boca aberta; a dilatação com balão trata.
Em Persas, Exóticos e Himalaios, a narina estreita é o principal obstáculo ao ar. Ronco, cansaço no calor e secreção crônica têm correção cirúrgica.
Espirros e secreção nasal por semanas ou meses têm causa, de sequela viral a fungo, corpo estranho ou tumor. Descobrir a causa é o que muda o tratamento.
Narinas estreitas que limitam a entrada de ar — muito comum em raças braquicefálicas.
Correção das narinas para ampliar a passagem de ar e devolver conforto respiratório.
Episódios bruscos de inspiração forçada — quando é irritação e quando é alerta.
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